1. Antidepressivos funcionam de formas diferentes para cada um.
“Eu queria que as pessoas soubessem que os antidepressivos não vêm em
modelo único. Existem diferentes tipos que funcionam de forma diferente
para cada pessoa. Você passa por altos e baixos, lida com os efeitos
colaterais, sempre esperando encontrar qualquer coisa que ajude.”
2. E às vezes exigem muita tentativa e erro para encontrar a opção certa.

“Eu tomo e paro de tomar antidepressivos há 16 anos, e experimentei pelo
menos 12 medicamentos diferentes. Às vezes, os efeitos colaterais podem
causar mais problemas e, às vezes, a medicação não ajuda em nada. É
tudo tentativa e erro até encontrar um que funcione e que o plano de
saúde cubra.”
3. É exatamente como tomar remédios para qualquer doença física.

“Um professor me disse uma vez: ‘Eu tomo remédio para artrite. Se não
tomasse, eu não conseguiria viver a vida como eu vivo. Não tem nenhuma
diferença em tomar antidepressivos para a depressão.’”
4. Elas não são pílulas mágicas que deixam você feliz o tempo todo.

“Todo mundo tem seus dias bons e seus dias ruins. Os remédios com
certeza ajudam a deixar você mais dinâmico e resistente ao encarar
dificuldades, mas todos têm momentos difíceis. Uma combinação de
antidepressivos, aconselhamento, estilo de vida saudável e uma forte
rede de suporte é crucial para o sucesso para algumas pessoas.”
5. Sim, eles podem afetar seu impulso sexual.

Eu comecei a tomar antidepressivos para tratar enxaquecas anos antes de
me tornar sexualmente ativa, então eu não sabia a diferença. Não importa
o quanto o sexo fosse ótimo, eu levei oito anos para finalmente chegar
ao clímax com alguém além de mim mesma.”
6. “Você está sem medicação?” é basicamente a pergunta mais irritante e inapropriada que existe.

“As pessoas que usam antidepressivos continuam tendo emoções. Só porque
elas estão tristes ou com raiva não significa que elas não estão sob
medicação. É ofensivo ignorar os sentimentos de alguém, que são
totalmente válidos, e dizer coisas como: ‘Você esqueceu de tomar seu
remédio?’”
7. Os primeiros dias tomando antidepressivos podem ser bem difíceis.

“A forma como você se sente quando começa a tomar antidepressivos não é
necessariamente como você vai se sentir sempre enquanto os toma. Os
primeiros dias são dramáticos, enquanto seu corpo descobre como lidar
com essa nova entrada de substâncias químicas. A primeira vez que eu
tomei Lexapro foi como se se as emoções tivessem sido cortadas na raiz,
como se eu não pudesse SENTIR nada, e foi assustador. Mas depois de uma
semana, meu corpo se ajustou e eu comecei a me sentir como antes, mas
ainda melhor. Isso é algo que pode levar semanas. Portanto, se você não
estiver gostando de como se sente imediatamente, seja paciente.”
8. Você não precisa chegar ao fundo do poço para precisar deles

“Quando eu comecei a tomar antidepressivos, meu namorado na época me
disse que eu não estava ‘mal’ o bastante para tomar. Ninguém além de
você mesmo compreende o que você está passando mental e fisicamente. Não
existe um grau de ‘mal’ em que é aceitável tomar a medicação. É o que
você e o seu médico acreditam que é o certo para você e para ajudar.”
9. Você não necessariamente vai precisar deles para sempre.

“Eu tive um médico que descreveu meus antidepressivos como um gesso:
você quebra a perna, então precisa usar um gesso para segurar e ajudar a
curar. Você combina isso com fisioterapia para fortalecer sua perna e
voltar à forma saudável. Você pode fazer a mesma coisa com
antidepressivos. Tome-os, combine-os com terapia e, então, conforme você
vai se descobrindo, colabore com seu médico para chegar a um ponto em
que você não precisará mais do medicamento.”
10. Eles não são feitos para transformar você em zumbi.


